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Archive for the ‘A folga de Atlas’ Category

Foi-se ela, mas eu não.
Alçou vôo, mas eu não.
Ainda terra piso, ela não.
E, lá, meu amigo, eu não fui.

Nela pousa a culpa.
E céus são o que carrego.
Neles, ela está.
E, Deus, sim, são pesados!

Não há fôlego, só ombros.
E tal aceito punição.
Mente pouca, quase escombros.
Nego de Deus a redenção.

Sou menor, sou diminuto.
Não obtuso, mas agudo.
Quase me fecho em som mudo.
Assim me entrego ao absurdo.

O vazio me corrói,
Quase nada, quase morto.
Do contrário, diakonoi.
Com este peso, sou só corpo…

vazio

29/05/09

Por: Paulo Ubermensch

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